Amanda Egert Advocacia Empresarial Advocacia Empresarial
Gestão de passivo

Passivo trabalhista se forma em silêncio.

Mensuramos a exposição real da sua empresa, apontamos os focos que mais geram ações e estruturamos o plano de contenção.

O que a empresa costuma não enxergar.

Passivo trabalhista raramente é surpresa. Ele se acumula na jornada mal registrada, no PJ que na prática é empregado, na verba paga por fora, no acordo informal que virou costume. Nenhum desses itens aparece no balanço, mas todos aparecem na petição inicial.

O primeiro passo é medir. Sem número, não há prioridade, e sem prioridade a empresa corrige o que é fácil em vez do que é caro.

Como conduzimos

01

Mapeamento dos focos de risco

Jornada, verbas, terceirização, PJ, comissões e rescisões.

02

Mensuração da exposição

Estimativa do impacto financeiro por foco, para orientar provisões.

03

Plano de correção priorizado

O que corrigir primeiro, considerando custo e risco.

04

Ajuste de contratos e rotinas

Implementação prática das correções junto ao RH.

05

Acompanhamento periódico

Revisão do indicador ao longo do tempo.

Perguntas frequentes

O que as empresas nos perguntam.

Como reduzir passivo trabalhista na prática?
Começa por medir onde ele está. Depois se corrige a causa, e não apenas o caso isolado: ajustar o controle de jornada, formalizar o que era acordo verbal, revisar contratos de PJ e terceiros, e treinar a liderança. A redução aparece na queda de novas ações ao longo do tempo.
A empresa precisa parar a operação para fazer isso?
Não. O levantamento é feito sobre documentos e conversas com RH e liderança, sem interromper a rotina.
Próximo passo

Vamos conversar sobre a estratégia trabalhista da sua empresa.

Agende uma conversa inicial e entenda como podemos dar previsibilidade às suas relações de trabalho.

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